Antes de ir dormir, confessou à esposa que estava doente e precisava fazer um tratamento que custava os olhos da cara. Ao acordar, encontrou um pequeno embrulho de pano, manchado de vermelho escuro, ao lado do despertador. Sob o pacote, havia um bilhete escrito em maiúsculas, a caligrafia torta e vacilante, porém inconfundível:
TE AMO, PAPAI
FIQUE BOM LOGO!


Paulo Fodra, você é foda!
não quero mais viver! =[
e o fim de todo e qualquer terror não é valorizar a vida?
Achei a ideia genial mesmo, Leo. Não conhecia esse segmento e me sinto com ímpeto em ler. Não é nada fácil desenvolver qualquer coisa em poucas linhas. Trabalho árduo esse.R.S.Merces
Chocada…
Eu também fiquei. É sério!
Genial!
Que sacada!
Muito bom!
(A ingenuidade infantil sempre combina muito bem com terror ;D)
Abraços,
Alliah.
Moleque.
Seus contos tão ficando extremamente arrepiantes… rsrsrsrs
Abraços,
Rolito